quinta-feira, 24 de abril de 2008

Falta democracia, sobra hegemonia!
















Hoje nos deparamos com um fato intrigante que envolve o jornalismo brasileiro, a falta de democracia nos meios de comunicação.
Vivemos em um país que prega a democracia ao extremo, porém se submete aos domínios dos meios de comunicação. A monopolização toma conta de um mercado em que a minoria domina as informações.
O Brasil está nas mãos de grupos como a Globo, diriam os críticos do país. É ela que detém as maiores publicidades, que atua em todos os segmentos da comunicação com hegemonia, e é ela também que quando se sente ameaçada é capaz de tudo para não perder seu posto, o da grande audiência brasileira.
A falta de democracia no Brasil se mostra cada vez mais atuante, quantas vezes nos deparamos com situações como jornalistas sendo demitidos por ousarem escrever ou dizer sequer uma frase sobre a “grande poderosa brasileira”. Foi o caso, por exemplo, do jornalista Alisson Ávila, que fora demitido do jornal Meio & Mensagem porque escreveu uma reportagem que mostrava a queda da audiência da TV Globo. (Leia mais sobre o caso)
O modelo brasileiro de fazer TV, não dá o espaço devido as TV’s comunitárias, se rende ao monopólio. Não temos sequer uma política de concessões justa. O poder está na mão de poucos e quem sofre é o consumidor que é submetido a consumir o que lhe é imposto pelos meios de comunicação de massa.
Falta democracia e sobra hegemonia!

Confira abaixo o manifesto realizado em Florianópolis contra a monopolização dos meios de comunicação.

Esse vídeo é de propriedade do site:

http://www.sarcastico.com.br/

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Faculdade abre as portas para a história!!!


A Faculdade Estácio de Sá irá realizar uma discussão sobre o movimento estudantil de 68. O foco principal do evento será, botar em pauta tudo o que envolveu esse movimento, trazendo a tona todos os fatos, para causar uma reflexão em todos sobre o que realmente aconteceu no dia que marcou o ano de 68 na história estudantil brasileira. Um dos principais organizadores desse evento será o professor Marcos Barreto, mestre em artes visuais. Segundo ele a faculdade se prepara para um excelente evento, que contará com muitos convidados especializados no tema, dentre eles historiadores, estudantes do assunto, e até o próprio corpo docente da Estácio de Sá, além também de contar com um material visual bem amplo capas de introduzir todos nas discussões propostas.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Diferença x Discernimento?

Gabriel Repinaldo aponta esse duelo como conseqüência da falta de referencial informativo e portanto esclarecedor da população. Os formatos das matérias jornalísticas veiculadas na televisão brasileira incentivaram o estudante do sétimo período de jornalismo Gabriel Repinaldo a buscar brechas na grade de conteúdos das emissoras para induzir uma reflexão a respeito das leis de concessões de rádio e televisão no Brasil.
Sempre preocupado com a realidade ao seu redor, o graduando decidiu fazer deste o tema de sua monografia, pois reflete toda sua trajetória de envolvimento social, cultural e até mesmo afetuoso. A idéia partiu após um telejornal famoso veiculou uma notícia a respeito da exportação de carne do Brasil para o mercado europeu. Nessa matéria, nenhuma alternativa ou reflexão foi apresentada a respeito do assunto e logo depois os gols da rodada já estavam dominando a cena. O assustador foi que em nenhum outro canal foi diferente. Segundo Gabriel nesse instante ele percebeu a falta de referencial do publico televisivo e a falta de interesse na consistência e na profundidade das informações que a eles são transmitidas. A lei de concessões apareceu portanto como forte base dessa falta de referencial e logo foi questionado como as empresas que receberam a concessão usufruem do mais influente meio de comunicação de massa.
Aos vinte e um anos de idade, todos vividos no bairro Planalto, bairro do extremo norte de Belo Horizonte, o aspirante a jornalista está analisando os principais telejornais exibidos no horário nobre nos principais canais abertos e fechados. O foco das análises é a responsabilidade social das matérias considerando o papel da mídia como formadora de opinião. Segundo ele, “a televisão muitas vezes é a única fonte de esclarecimento das pessoas, principalmente as mais pobres e, sendo assim, as empresas que tem o privilégio de exibirem seus conteúdos deveriam ter compromisso com esta questão”.
Outra questão que Repinaldo pretende abordar, é a falsa idéia que a mídia pretende imprimir de que o entretenimento deve ser idiota e boçal. “Considero isso uma questão muito subjetiva, porém, quando ouço várias pessoas que dizem que ninguém leva a vida o tempo todo a sério, concordo plenamente, eu mesmo me distraio muito, ouvindo música, lendo, assistindo a filmes ou teatros, olhando pra lua, nadando, andando de skate... Mas quando sento diante da Tv não me divirto muito, fico preocupado com a falta de bons exemplos que quem convive comigo está tendo a respeito de entretenimento. E isso explica muitos conflitos que tenho com os outros e eles comigo”.
Gabriel é praticante de skate há 11 anos e tem diversos planos relacionados ao esporte, especialmente na área de comunicação. Atualmente ele ajuda a cobrir os eventos realizados pela loja de skate Garage Shop, cujos donos estão são bons seus bons amigos desde quando ele começo . E também contribui com fotos de alguns eventos e sessions (termo usado para definir “passeios” pelas ruas das cidades sobre o skate, em busca de obstáculos, desafios e claro muita adrenalina!) para o site de seu amigo Leo Tatu, que além de rodar todo estado Mineiro atrás de eventos relacionados ao esporte, conta com a ajuda de vários outros parceiros, além de Repinaldo.
Para quem se intreressou, este é o blog do Gabriel - MatoSemDono.
Lei mais sobre concessões no Agência Brasil.

segunda-feira, 3 de março de 2008

No sufoco, Galo espanta a "zebra" no Mineirão

Vicente Ribeiro - Portal Uai
Time alvinegro voltou a pecar nas conclusões e teve dificuldade para derrotar o Ituiutaba por 2 a 0, neste domingo, com gols de Leandro Almeida e Danilinho
Auremar de Castro/EM
Galo voltou a pecar nas finalizações e teve muita dificuldade para superar o Ituiutaba
O Atlético teve dificuldade, mas conseguiu voltar a vencer no Mineirão, pelo Campeonato Mineiro. No sufoco, o Galo derrotou o Ituiutaba por 2 a 0, neste domingo, e voltou ao terceiro lugar na tabela. Os gols foram de Leandro Almeida e Danilinho, quando o jogo começava a ficar perigoso para o Alvinegro. A baixa foi o atacante Marques, que deixou o campo no intervalo, depois de sentir fisgada na coxa esquerda.
O resultado pode ser comemorado pelos atleticanos, mas não a exibição da equipe. Novamente, o Galo pecou nas finalizações e teve muita dificuldade para vencer em casa. O que serve de alerta para o técnico Geninho, pois o próximo adversário será o Cruzeiro, domingo, no Mineirão. E a preocupação aumenta com a contusão de Marques. O Alvinegro chegou a 12 pontos e encostou no Tupi, vice-líder.
O jogo
O Atlético começou mostrando movimentação, apostando na conhecida jogada com Marques, pela esquerda, mas também nos avanços de Danilinho, pela direita. Mas ficou visível a dificuldade para criar os lances no meio-campo. A falta de um organizador, um autêntico camisa 10 - o que não é nenhuma novidade -, novamente atrapalhou a equipe.
Sem um homem para criar, o Atlético precisou da chegada dos volantes, principalmente Márcio Araújo. Mas a qualidade no passe deixou a desejar. Mesmo assim, as chances foram surgindo, mas o time não finalizava com perfeição. O goleiro Daniel, do Ituiutaba, teve trabalho em cobrança de falta de Coelho. Marques até chegou a balançar a rede, só que foi flagrado em impedimento.
Além de alguém mais efetivo na distribuição das jogadas a partir do meio-campo, faltava mais velocidade na chegada ao ataque. Sem qualquer pretensão ofensiva, o Ituiutaba era desarmado com facilidade, mas os atleticanos não aproveitavam na hora de contra-atacar. O gol quase saiu com Marques, que girou na entrada da área e errou o chute. Em seguida, o xodó da torcida cruzou e Gérson cabeceou na rede pelo lado de fora.
Como franco-atirador, o Ituiutaba arriscava os chutes de longa distância. Mas Juninho estava atento. Aos 39, Marcelo Nicácio teve ótima oportunidade, mas falhou na conclusão. Ele recebeu de Danilinho e chutou fraco, facilitando para o goleiro. Na última chance, Marques ajeitou para Danilinho, que demorou demais para finalizar e foi atrapalhado pelo defensor.
Preocupação
Auremar de Castro/EM
Dessa vez, Leandro Almeida e Danilinho conseguiram furar a defesa do adversário
A torcida, que vaiou o time na saída para o vestiário, teve uma péssima notícia no retorno da equipe a campo. Com fisgada na coxa esquerda, Marques foi substituído por Vanderlei. A preocupação aumentou com a notícia dada pelo médico Rodrigo Lasmar, principalmente em função do clássico contra o Cruzeiro, no próximo fim de semana. A apreensão se misturou à ira dos torcedores, pois o Galo, sem o ídolo, caiu de produção.
Confuso e com muitos erros de passe, o Atlético deu sinais de que sentira a saída de Marques. O Ituiutaba, por sua vez, passou a incomodar mais a defesa alvinegra. Geninho tentou de tudo, trocou Gérson por Sidnei e depois Marcelo Nicácio por Eduardo, para explorar a jogada aérea. E foi justamente em um lance desse tipo que saiu o gol. Coube a um zagueiro subir ao ataque para marcar. Aos 22, Sidnei cruzou e Leandro Almeida cabeceou sem chance para o goleiro.
Alívio para o time, mas a torcida continuava pressionando. O segundo poderia ter saído com Danilinho, que, livre de marcação e diante do goleiro, chutou por cima. Pouco depois foi a vez de Eduardo concluir para a defesa de Daniel. A partir dos 30min, sentindo que o Galo tinha melhorado, a massa passou a cantar o hino. O Ituiutaba foi para cima e assustou em alguns lances, enquanto o Atlético não aproveitava as chances. No último lance, aos 48, Danilinho driblou duas vezes o marcador e completou rasteiro, garantindo a vitória.

De virada, Cruzeiro vence e segue 100% no Mineiro

De virada, Cruzeiro vence e segue 100% no Mineiro (01/03)
Leandro Mattos - Portal Uai
Time superou o Social no Vale do Aço e assumiu a liderança do Estadual
Light Press/Cruzeiro/Divulgacao
Cruzeiro começou perdendo, mas virou pra cima do Saci e assumiu a liderança do Mineiro
O Cruzeiro segue imbatível no Campeonato Mineiro 2008. Neste sábado, o time celeste derrotou o Social por 2 a 1, de virada, no Ipatingão, e manteve 100% de aproveitamento no Estadual, com cinco vitórias, em cinco partidas.
O triunfo, construído com gols de Marcinho e Thiago Martinelli, deixou a Raposa na liderança do Campeonato Mineiro, pelo menos até o complemento da rodada, neste domingo, quando o Tupi pode ultrapassar os celestes em caso de vitória.
O jogo
De olho na Libertadores, o Cruzeiro pisou o gramado do Ipatingão com um time misto, modificado mais uma vez, e com meta definida: deixar o Vale do Aço na liderança do Campeonato Mineiro, mantendo 100% de aproveitamento no Estadual.
Com a zaga reforçada, o time marcava bem e tentava avançar pelas pontas, mas a primeira ação foi do Social: Zanini partiu pela direita e cruzou para a área. A bola saiu pela linha de fundo. A Raposa respondeu com uma escapada de Apodí, também pela direita, mas Chéferson desviou o cruzamento do lateral cruzeirense.
Com o ataque mais positivo da competição - ao lado do Villa Nova, com 13 gols - , o Cruzeiro quase marcou aos 11 minutos: Jonathan lançou Marcinho nas costas da zaga, mas Ronaldo deixou a meta e salvou o Social, impedido o arremate estrelado.
Tímido, o Saci arriscava menos, sempre nos contragolpes, como aos 14 minutos, quando Eleílsson viu uma brecha e chutou, do bico direito da grande área. Atento, Fábio espalmou pela linha de fundo. Aos 21, Luís Eduardo aproveitou um cochilo da zaga para entrar com a bola dominada na área. Após passar por Léo Fortunato, ele cruzou rasteiro, mas Thiago Heleno aliviou.
Menos tímida, a equipe de Coronel Fabriciano passou a gostar do jogo e tentava vencer o bloqueio azul pelas laterais. Aos 28, Chéferson avançou pela direita e só foi parado com falta. Na cobrança, Neguinho alçou na medida para o zagueiro Renê, que subiu mais do que a zaga e balançou as redes de Fábio, no canto direito: 1 a 0 no Ipatingão.
Em desvantagem e com a partida mais franca, o Cruzeiro deu mais velocidade ao seu jogo. Aos 32 minutos, Leandro Domingues esticou uma bola para Sandro, que cruzou para a área. Ronaldo espalmou e Jonathan emendou o rebote, mas a bola explodiu na zaga.
A persistência surtiu efeito e a Raposa conseguiu levar a igualdade para o vestiário. Aos 40 minutos, após boa troca de passes, Marcel deixou Marcinho livre para invadir a área e escolher o canto, na saída do goleiro. O chute, de perna direita, morreu no fundo das redes de Ronaldo, do lado esquerdo: 1 a 1.
Segundo tempo
As duas equipes voltaram modificadas para a etapa complementar. No Cruzeiro, Adílson Batista sacou Léo Fortunato para a entrada de Marquinhos Paraná. No Social, José Ângelo escalou Jackson no lugar de Luís Eduardo.
Light Press/Cruzeiro/Divulgacao
Sandro voltou ao time, após 10 meses afastado
Mais fechado, o Saci dificultava a vida dos homens de frente do Cruzeiro, que trocavam muitos passes antes de investir contra a meta alvinegra. A primeira chance veio de uma cobrança de escanteio, aos cinco minutos, quando Marcinho alçou a bola e Sandro chutou para a defesa de Ronaldo. Logo depois, numa ótima tabela, a Raposa chegou de novo. Marcinho e Jonathan trocaram passes e o camisa 10 exigiu elasticidade do camisa 1 do Social, que espalmou no susto uma bomba de perna direita.
Após os 15 minutos, os dois treinadores voltaram a mexer nas equipes. José Ângelo colocou Normando no lugar de Chiquinho e Adílson Batista sacou Jonathan para dar lugar a Charles.
Aos 20 minutos, o Cruzeiro chegou de novo. Sandro cruzou da esquerda, Marcel conseguiu um leve desvio de cabeça e quase surpreendeu Ronaldo. Insatisfeito com a igualdade, Adílson Batista deu mais ofensividade ao time, ao sacar Leandro Domingues para a entrada de Marcelo Moreno. No Saci, José Ângelo foi obrigado a trocar o goleiro. Ronaldo torceu o joelho e deu lugar a Thiago.
A cada volta do relógio, o Cruzeiro ficava mais afobado em busca da virada. Aos 28, Apodí partiu em velocidade pela direita e cruzou para a área. Moreno e Marcel não chegaram e a bola sobrou fácil para a zaga do Saci. Insistente, o Cruzeiro chegou ao segundo gol dez minutos depois e a jogada também começou pela direita. Apodí enfiou uma bola para o jovem estreante Zé Eduardo que cruzou. A bola encontrou Thiago Martinelli na pequena área. O zagueiro só teve o trabalho de empurrar para as redes: Raposa 2 a 1 no Ipatingão.
Muito cansado e com apenas 10 jogadores em campo, após a contusão do zagueiro Renê, o Social não teve forças para reagir.
Melhor para os celestes, que podem encarar o Caracas, pela Libertadores da América, na próxima terça-feira, como líderes do Campeonato Mineiro. Para isso, basta que o Tupi não vença o Rio Branco neste domingo, em Andradas. (LM)

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Adriano se atrasa, deixa treino e cria atrito com diretoria (

Gazeta Press
Depois de desembarcar sem o uniforme do São Paulo nesta quinta-feira após a estréia do clube na Libertadores, o atacante Adriano se envolveu em mais um problema. Nesta sexta-feira, o jogador chegou atrasado ao treino, deixou a sessão pela metade, e ainda teria ameaçado agredir um fotógrafo presente.
Adriano chegou ao treinamento 28 minutos depois do início marcado para a sessão – assim como Borges e Hugo, que chegaram ao centro de treinamentos do clube com 22 minutos de atraso. Sem entrar no campo, o Imperador foi direto ao Reffis para fazer tratamento físico. De lá, foi ao campo de treino, retornou ao Reffis e foi embora.
No caminho, o craque foi alvo dos flashes dos fotógrafos. Contrariado com o assédio em meio a tanta polêmica, o jogador teria prometido dar “uma porrada” se o profissional tirasse mais uma foto. Em seguida, conversou com o superintendente de futebol do Tricolor, Marco Aurélio Cunha, e foi embora sem conversar com a imprensa.
“Ele foi ao Reffis para tratar um problema, uma dor no músculo posterior da coxa, e depois já foi embora. Não foi dispensado. Não cometeu uma falta. Foi um ato pessoal”, apaziguou Marco Aurélio, que deu crédito aos atrasados Adriano, Borges e Hugo. “Às vezes, isso acontece. Aqui ninguém se atrasa. Eles têm o benefício de não se atrasarem. Foi uma falta casual.”
O dirigente se mostrou tranqüilo com o ato de rebeldia do camisa 10, mas admitiu esperar colaboração do atacante para promover seu trabalho de recuperação no Brasil. No entanto, Marco Aurélio Cunha nega que ele tenha sido dispensado pela comissão técnica como represália pelo atraso.
“O Adriano tem esse tipo de dificuldade de relacionamento, por isso está aqui para que nós ajudemos ele a recuperar o grande jogador que ele é. Mas este trabalho precisa ter os dois lados”, admite. “Aqui, ninguém dispensa por atraso. Trabalha até mais, vai embora e paga a multa.”
Ainda de acordo com o cartola, a repercussão com o caso é decorrência da polêmica da camisa branca utilizada no desembarque da equipe na quinta-feira, quando todo o elenco se apresentou uniformizado. Porém, a seqüência de confusões extra-campo é reconhecida pelo próprio superintendente.
“Cansei de ver jogador sair de camiseta branca e ninguém dar atenção porque não era o Adriano. É pouca coisa”, desdenha. “A camiseta não tem importância. O atraso de hoje pode ter sido uma falta ou um engano. A ida embora foi outra falta e o conflito com o jornalista foi outra”, lista.
Mas a situação de Adriano no Morumbi pode se complicar. Marco Aurélio diz que a situação desta sexta-feira foi “absolutamente inadequada e inapropriada”, o que pode encurtar a estadia do craque no Morumbi. Por enquanto, ficou a promessa de que o Imperador vai conversar com o presidente Juvenal Juvêncio e vai receber um puxão de orelha.
“Aqui só fica quem se sente bem, quem trabalha em prol do grupo. Se não for assim, é melhor não ficar”, avisa, em descartar a escalação do jogador na partida deste domingo contra o Mirassol. “Eu não sou o presidente do clube, não posso dizer isso. É uma questão da comissão técnica”, encerra

Ronaldinho: “Meu futuro no Barça pertence a Deus"

Gazeta Press
Após seis meses sem dar entrevistas coletivas, o brasileiro Ronaldinho finalmente quebrou o silêncio e declarou que, embora tenha vontade de continuar no Barcelona depois do fim de seu contrato, em 2010, seu futuro ainda é uma incógnita.
“Estou contente no Barcelona e acredito que temos tudo para continuar realizando um bom trabalho. Mas meu futuro pertence a Deus”, disse o brasileiro, admitindo estar aborrecido com as críticas que vem recebendo, já que estas se devem mais mais ao mau momento do time catalão do que propriamente sua bastante questionada forma física.
“Depois de um ano sem títulos, vêm as cobranças. Há momentos em que as coisas não acontecem, mas estou trabalhando para voltar a meu melhor nível”, afirmou o meia, que não pretende esquentar o banco de reservas do Barça por muito tempo como vem fazendo nas últimas vezes em que foi convocado pelo técnico Frank Rijkaard.
“Ser reserva não é algo que passe por minha cabeça. Sou positivo e sempre me vejo jogando. Esta é minha motivação de todos os dias e creio que o melhor que posso fazer para ajudar o time é jogar os 90 minutos”, afirmou o brasileiro, irreverente quando perguntado por que não comparecia a uma coletiva desde agosto do ano passado. “Não sou cantor para estar com microfones todos os dias”, brincou.